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domingo, 26 de julho de 2015

Pekiti Tirsia Tactical Association

Pekiti Tirsia Tactical Association foi fundada pelo Tuhon Jared Wihongi em 2002. A ideia de uma associação dedicada à aplicação tática do Pekiti Tirsia foi baseada na extensa experiência do Tuhon Jared como Treinador Policial, Operador da SWAT e Instrutor de técnicas de combate junto às Forças Especiais do Exército. O conceito original de Pekiti Tirsia Tactical Association era de uma organização dedicada ao treinamento do Método Tri-V do Pekiti Tirsia Kali com estrita ênfase em aplicação tática. Desde então a missão tem se desenvolvido para abranger as metodologias de treinamento do "Pekiti Tirsia Clássico" além do Método Tri-V.

A maior parte dos Instrutores Seniors dentro da PTTA são Operadores Policiais/Militares da ativa, da reserva e treinadores de "uso da força" de todas as partes do mundo. Por assim ser, PTTA tem crescido em escolas afiliadas e organizações com grupos de estudos compostos principalmente de entusiastas civis, bem como de operadores policiais/militares.

Nossa busca pelo conhecimento e guiada pelo Grand Tuhon Leo T. Gaje Jr., que apoia oficialmente a PTTA e atua como Consultor Técnico Chefe junto ao Corpo de Diretores. PTTA é uma das várias organizações que opera sob a égide da Pekiti Tirsia Global Grand Alliance. 


Tuhon Jared Wihongi

Pekiti Tirsia Kali

"Pekiti Tirsia Kali é uma arte de combate aproximado altamente eficaz, originária da região de Visayas, nas Filipinas."
Baseada sobre táticas e estratégias derivadas do uso de lâminas, Pekiti Tirsia Kali é um sistema completo, que incorpora tanto métodos com armas, quanto com mãos vazias. Criado para combate contra um ou múltiplos adversários, Pekiti Tirsia é uma antiga arte, que tem evoluído para continuar relevante diante dos modernos cenários de combate e defesa pessoal.

Pekiti Tirsia é comprovadamente eficaz em combate e de inestimável valor para o preparo de forças policiais e comunidade militar. Em seu país de origem, Pekiti Tirsia tem se tornado a base dos programas oficiais de treinamento em combate das Forças Armadas Filipinas e Polícia Nacional. 
Internacionalmente, tem sido ensinado a milhares de integrantes das Polícias e Forças Especiais nos Estados Unidos, Europa, Índia, Rússia e através da Ásia.



Grand Tuhon Leo T. Gaje Jr.


No Brasil PTTA & PTK South America 

Embora o presente texto seja uma tradução do conteúdo disponível no teampekiti.com, não poderíamos deixar de informar que, no Brasil, Pekiti Tirsia Tactical Association e Pekiti Tirsia Kali South America, atualmente conta com grupos no Estado de São Paulo, liderados pelo Lakan Guro Waldevir Jr. e no Rio de Janeiro, liderados pelos Lakan Guros Marcílio Silva e Ricardo Medina.  

The Pekiti Tirsia Tactical Association was founded by Tuhon Jared Wihongi in 2002. The idea of an association dedicated to the tactical application of Pekiti-Tirsia was based on Tuhon Jared’s extensive background as a Police Trainer, SWAT Operator and an Army Special Forces Combatives Instructor. The original concept of the Pekiti Tirsia Tactical Association was an organization dedicated to training the Tri-V Method of Pekiti-Tirsia Kali with a strict emphasis on Tactical Application. The mission has since grown to encompass “Classical Pekiti-Tirsia” training methodologies in addition to the Tri-V Method.

Most Senior Instructors within the PTTA are current and former Police/ Military Operators and Use-of-Force trainers from around the world. This being the case, the PTTA has expanded to the point where most affiliate schools have classes and organizations with student bases made up primarily of civilian enthusiasts, as well as police/military Operators.

Our pursuit of knowledge is guided by Grandtuhon Leo T. Gaje Jr. whom officially endorses the PTTA and acts as Chief Technical Advisor to the Board of Directors. The PTTA is one of several organizations that operates under the umbrella of the Pekiti-Tirsia Global Grand Alliance.


Pekiti Tirsia Kali 
"Pekiti-Tirsia Kali is a highly effective close-quarters fighting art indigenous to the Visayan region of the Philippines."
Based on tactics and strategies derived from edged weapons, Pekiti-Tirsia Kali is a complete system incorporating both weapons and empty hands methods. Designed for both single and multiple attackers, Pekiti-Tirsia is an ancient art that has evolved to stay relevant for modern combat and self-defense scenarios. 
Pekiti-Tirsia is proven effective in combat and invaluable for preparing Operators of the law enforcement and military community. In the country of origin, Pekiti-Tirsia has become the basis for the official combatives programs of the Armed Forces of nthe Philippines and Philippine National Police. Internationally, it has been taught to thousands of police and military Special Operations personnel in the United States, Europe, India, Russia and across Asia.



  
 




segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Segundo Seminário Pekiti Tirsia Kali - MG

Nos dias 31 de agosto e primeiro de setembro de 2013 foi realizado pela AMK o Segundo Seminário Pekiti Tirsia Kali MG, conduzido pelo Professor Karl Greiner. Mais um final de semana de intenso treinamento, repleto de novas técnicas e de refinamentos aplicados à matéria ministrada no Primeiro Seminário. Desnecessário tecer maiores considerações sobre a qualidade do evento, regido mais uma vez ao ritmo da impecável didática do Professor Karl.


E neste próximo final de semana, lembramos, ocorrerá em Ubatuba SP o Pekiti Tirsia Brazil Grand Seminar, comandado pelo lendário Grand Tuhon Leo T. Gaje Jr. Quem já se inscreveu arrume as malas, pois será um momento histórico para as verdadeiras Artes Marciais Filipinas no Brasil!  




Kali MG - Seminário Pekiti Tirsia


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

As "desconhecidas" Artes Marciais Filipinas - III

COMO O KALI FUNCIONA?

Baseiam-se no uso de armas as FMA [Filipino Martial Arts], que doravante trataremos, para simplificar, por KALI [ou outra expressão, quando for o caso]. Sim, o Kali fundamenta-se no aprendizado de técnicas armadas, mas não se restringe a estas, como se verá. Vai muito além, configurando uma arte marcial riquíssima e completa em todos os fundamentos e instâncias de combate.

A premissa básica da filosofia de “arte marcial armada” é lógica e fácil de ser entendida: O ser humano  nasce fraco. Dentre as criaturas de Deus certamente é a que mais depende de apoio externo desde que vem ao mundo. Não pode, por si só, coisa alguma; nasce sem pelos, sem dentes, sem consistência muscular, sem coordenação motora, sem a força instintiva que lhe permita lidar de imediato com o meio ambiente.  Em sobrevivendo ao nascimento, se desenvolve totalmente dependente e amparado por outros; não lhe crescem presas, nem garras e nem lhe reveste o corpo uma carapaça, nem couraça, nem espinhos que o possam naturalmente vir a proteger quando adulto. A criatura crescida continua no todo fraca, a despeito dos músculos que possa desenvolver e da força física que possa ostentar. Entretanto, por ser dotado de inteligência, o homem acabou por suplantar as ameaças naturais e, também, as impostas por seus semelhantes, por uma genial ideia: valer-se de instrumentos extensores da própria capacidade física e de suas limitações naturais. Assim, afirmam os estudiosos, que de toscos pedaços de madeira, das pontas de ossos, das lascas cortantes de sílex, nasceram as armas, que seguiram evoluindo pelo domínio dos metais. E foram as armas que, em importantes aspectos, abriram as portas para a sobrevivência de nossa espécie, propiciando o estabelecimento da civilização organizada. Logo, o homem se vale de armas, antes mesmo de contar com suas próprias capacidades naturais, quando o assunto é sobreviver, fazer prevalecer suas conquistas, garantir sua liberdade. As Artes Marciais Filipinas seguem, por assim dizer, o curso da civilização... Mas nem só de armas é feito o Kali, pois, paralelamente às técnicas armadas [que compõem o início do aprendizado], o estudante recebe instrução em técnicas desarmadas, das quais falaremos adiante. A arte é completa!


Os filipinos assumiram cedo essa verdade, que diz respeito à fragilidade humana. Por isso cuidaram de desenvolver toda uma cultura guerreira baseada no refinado uso de instrumentos de combate, que permanece até nossos dias sob a forma das Artes Marciais que chegaram até nós. Estando isto bem compreendido, talvez venha à sua mente, caro leitor, uma pergunta, que bem poderia ser esta: Então, será o Kali uma arte marcial muito violenta? A resposta mais óbvia e comum a esta pergunta é totalmente equivocada, pois é justamente o treinamento com armas que faz do Kali uma arte marcial que conta com aprendizado nada violento, uma vez que o estudante é educado, antes de tudo, para proteger-se e preservar a integridade física de seus companheiros de treinamento, mesmo nos exercícios mais simples. Você, que os lê os sucessivos capítulos deste ensaio, não irá se ver [no dia a dia do treinamento] exposto aos desanimadores incidentes e lesões, características comuns às outras artes marciais ditas “de contato”, a exemplo dos socos violentos aos quais um boxeador está sujeito [e recebe] a cada treino; das superextensões musculares danosas, dentre um sem-número de lesões bem conhecidas por lutadores de modalidades marciais muito populares, especialmente as que prezam muito os aspectos esportivos e competitivos. Que nos perdoem os que defendem posição diversa, mas entendemos que o Kali não é uma arte marcial de natureza desportiva, e menos ainda, competitiva. É, literalmente, marcial... 

O Kali, por ser uma arte cujo estudo começa com armas, desenvolve uma percepção espacial ampliada, refina os reflexos, aumenta a coordenação motora, torna real o senso de proteção/defesa e melhora a percepção de distância. Afinal, usando novamente o exemplo das artes marciais mais conhecidas do público, você pode se dar ao “luxo” de ser atingido por um soco ou por um chute, pois é provável que você termine com uma forte contusão, ou um osso quebrado que seja, na pior das hipóteses, durante o treino. Ser atingido por uma arma é coisa bem mais difícil de suportar, pois o menor dano produzido por uma arma costuma ter consequências mais dramáticas que o desfalecimento induzido por um soco certeiro. Para se ter uma ideia mais clara, pense nas prováveis e inúmeras consequências de um golpe recebido com objeto contundente ou no corte proporcionado por uma pequena lâmina... 


O praticante de Kali, “kalipi” [como alguns gostam de chamar], “eskirmador”, ou “arnisador”, aprende a se proteger contra a ação de armas diversas, inclusive em ataques feitos por mais de um oponente. Pode-se argumentar que as demais artes marciais também contam com aprendizado nas armas, porém tal argumento cede em face de três motivos práticos e filosóficos: 

1) nas demais artes, como as chinesas e japonesas, as armas são bastantes específicas, típicas da herança cultural das mesmas e, no mais das vezes, seu aprendizado se dá quando o aluno já alcançou considerável grau de evolução na arte e está pronto para mais aperfeiçoamento. Assim, é distante ou remota a efetiva possibilidade do estudante manter seu foco prioritário nas armas, como recursos de sua arte para a vida comum;

2) na maioria dos casos, devido às características do próprio armamento [das artes mais conhecidas], seu uso é impraticável. Afinal, ninguém sai por aí levando consigo uma lança, uma espada de samurai ou um bastão longo [e nem se pode esperar encontrar uma arma dessas em caso de necessidade];

3) a filosofia geral das artes marciais mais populares gira em torno das técnicas de mãos vazias, contemplando aspectos muito salutares da vida, como os  esportivos e os terapêuticos. Esses aspectos, porém, se apresentam cada vez mais distanciados das possibilidades de aplicação do conhecimento marcial em seu sentido fundamental, tanto que, na maioria delas, para quem deseja   “saber se defender”, são ensinados de maneira diversificada, conjuntos selecionados de técnicas a título de “defesa pessoal”. O mesmo se dá no contexto esportivo de muitas artes marciais, exercitando-se o estudante quase que exclusivamente em técnicas admitidas nas diversas competições.

No Kali, razões de ordem prática, muito comprometidas com a finalidade primordial das artes de combate, explicam a ênfase no estudo e treinamento com armas, que reside sobretudo na filosofia de que, no centro das necessidades individuais, está a de sobreviver, o que implica em livrar-se de maneira eficaz, efetiva e rápida. Por isso, todo o corpo de ensinamentos se volta para formar pessoas equilibradas, centradas, confiantes e hábeis, caso se vejam  necessitadas de enfrentar conflitos reais. Uma bela característica  acaba surgindo desse aprendizado, qual seja a íntima cultura da verdadeira paz, que nasce no estudante, cujo discernimento se amplia e vai se tornando cada vez mais concretamente consciente e seguro com relação a si mesmo e aos semelhantes, desenvolvendo em si equilíbrio emocional, humildade, tolerância. Enfim, maturidade interior, de quem valoriza profundamente a vida e sabe vivê-la cada vez mais sem medo e sem a ansiedade tão presentes na vida moderna. As Artes Marciais Filipinas constroem o espírito “guerreiro” e, por isso mesmo, edificam o espírito de paz e harmonia, pois o verdadeiro guerreiro é quem melhor conhece o valor da paz.

Embora haja muita diversidade de entendimentos na questão do que se convencionou chamar de “defesa pessoal”, nossa postura é de que é desnecessário e mesmo inconveniente destacar de uma arte marcial um conjunto de técnicas e propô-las como sendo de “defesa pessoal”, pois toda a arte é voltada, em sua origem, para defesa, no mais amplo sentido do termo. Afinal, em última análise, defesa pessoal propriamente dita é ação, medida e contramedida racionalmente aplicada - se for o caso - diante de um perigo. Ao praticante cabe determinar o alcance, a extensão e a profundidade dessas medidas e contramedidas, consciente de que poderá  sofrer danos sérios ou letais, se vier a subestimar o perigo, ou ver-se obrigado a responder pelos excessos que possa vir a cometer em defesa própria ou de terceiros. Voltaremos a tratar deste tema em ensaio futuro, quando empreenderemos  a análise e discussão dos aspectos legais da prática e aplicação do Kali em contextos diversos. 

Como andamos falando muito em armas, a pergunta seguinte provavelmente é: Mas que armas são essas? É o que veremos na próxima postagem...

R.Teixeira

Leia também, clicando nos links abaixo:

Parte I - Introdução

Parte II - Como surgiram as FMA
Parte IV - As armas do Kali
Parte V - Com as mãos vazias
Parte VI - Quem pode praticar Kali
Parte VII - O Kali diante do mundo

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Pekiti Tirsia Kali Brasil - Seminários em MG

Nos próximos dias 31 de agosto e 01 de setembro de 2013 teremos o Segundo Seminário Pekiti Tirsia Kali Minas Gerais, com a presença do Professor Karl Greiner.

Em sua segunda visita ao nosso Estado, Agalon Karl Greiner [líder do PTK-Brasil] dará prosseguimento ao programa de treinamento curricular junto ao grupo fundado no âmbito da AMK, mais uma vez nos transmitindo o legítimo conhecimento marcial do Pekiti Tirsia Kali.

O evento representará, ainda, uma etapa preparatória para o Pekiti Tirsia Brazil Grand Seminar, que ocorrerá no mês de setembro em Ubatuba – SP e que será ministrado pelo lendário Grand Tuhon Leo T. Gaje Jr., herdeiro direto e repositório vivo desse fantástico Sistema de Artes Marciais Filipinas.

Kali MG - Seminário Pekiti Tirsia

Pekiti Tirsia é uma das mais tradicionais e respeitadas Escolas de Kali, possuindo riquíssimo repertório de técnicas, cuja eficácia se comprova ao longo de pelo menos dois séculos de franca aplicação em muitas situações reais de combate. O Pekiti tem por uma de suas características mais marcantes a postura ativa nos conflitos, isto é, a efetiva atitude de neutralizar a ameaça, que torna clara a inutilidade da “passividade defensiva”, ingenuamente apregoada e ensinada a título de defesa pessoal. Pekiti Tirsia Kali é hoje ensinado junto a forças militares de elite em diversas partes do mundo, pois aperfeiçoa sobremaneira a formação de tropas especiais, especialmente no quesito combate aproximado e corpo-a-corpo, armado e desarmado, onde é comum restarem lacunas no treinamento. Por isso, e por muito mais, o Pekiti Tirsia Kali se mostra uma refinada Arte Marcial, ideal para atender às necessidades reais de defesa pessoal, cada vez mais exigidas no contexto de crescente violência das coletividades urbanas.

Seja homem ou mulher, jovem ou idoso, vale a pena aprender essa incrível Arte Marcial! Vale a pena conhecer melhor a si mesmo e descobrir o próprio potencial!

Venha treinar conosco!






















Kali MG - Seminário Pekiti Tirsia

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Caramba, Karambit!

Na última quinta-feira, 25 de julho de 2013, o Professor Davide Lupidi realizou uma aula dedicada à instrução de combate e defesa com uso de Karambit. 







Apesar de o treino com esse tipo de lâmina já estar incorporado às nossas sessões semanais, o conteúdo da aula causou muita surpresa em todos, pois o Guro Lupidi ensinou técnicas típicas de Pencak Silat, arte que agora integra oficialmente a grade de treinamento da AMK. O “mini-seminário” de quinta contou não apenas com a presença de estudantes veteranos, mas também com iniciantes muito entusiasmados.









As técnicas surpreenderam pela versatilidade na utilização da arma, que opera perfeitamente integrada aos harmoniosos e ágeis movimentos de projeção, imobilização, defesa, golpes contundentes e quedas, que distinguem o Silat das demais Artes Marciais. 


















O que talvez tenha provocado maior admiração foram as técnicas de uso do Karambit associado a outras armas, como o bastão e a corda, o que tivemos a chance de aprender e experimentar. Ah, sim, quando dissemos “associado a outras armas” não se entenda uma arma em cada mão, mas ambas em uma só, deixando a outra livre [!!!].















E quem acha o Karambit uma faca “assustadora” precisa ver como ele funciona em conjunto com a corda, permitindo que se apliquem imobilizações e cortes realmente espantosos!

Resumindo: Sensacional!!!

Mabuhay!